Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin

A história da marca de Cliché

Cliché nasceu de uma empresa de pesquisa e tendências de consumo. O insight: enquanto existem marcas fortes em todos os segmentos de bebidas alcoólicas, no mercado de vinho a compra ainda é feita a partir das características do produto. O supermercado apresenta uma explosão de SKUs e quem ganha é quem tem o melhor rótulo.

A oportunidade era de construir uma DNVB (Digital Native Vertical Brand) de vinho rosé e ser extremamente relevante para os millennials (nascidos no final da década de 80 e início dos anos 90), geração que já chega consumindo menos álcool, preferindo bebidas mais saudáveis, com menos teor alcoólico.

É claro que não podemos esquecer da característica intrínseca de produto que não tem preço: o líquido cor de rosa millennial.

Surge, assim, uma marca de bebida que não é sobre ostentar o consumo, e sim a diversão. É sobre momentos entre amigos, sobre o início da vida adulta, sobre curtir a vida e, claro, compartilhar tudo isso.

É sobre ser um pouco cliché — e tá tudo bem.

A empresa não tem vinícola e isso pode se transformar em um ativo em vez de um problema, já que é possível trazer para o público o melhor vinho para a estação: se um tipo de uva não tiver tido uma boa safra, é só ir para o outro lado do mundo e trazer outro tipo de uva. É quase como uma fast fashion das bebidas. O modelo de negócios passa por visitar diversas feiras e fornecedores e encontrar o rosé ideal para a temporada tropical e para o momento de consumo da marca. O plano é deixar o desafio da bebida para a empresa, como a escolha da uva, e abrir com o consumidor somente a conversa sobre a marca e momento de consumo.

A linha de lançamento passou por muitas discussões. Um produto? Dois? Uma embalagem? Duas? Três? No fim, ficou um Cliché principal vindo da Itália; outro, um pouco mais acessível, vindo do Uruguai; e, para finalizar, um espumante rosé do sul do Brasil. Testes e mini grupos de pesquisa foram feitos, regados a empanadas, para conhecer melhor o gosto dos consumidores.

O principal canal de comunicação que adotamos foi o Instagram, obviamente, combinado com ativação em bares, para começar a fazer parte da vida das pessoas no Rio e em São Paulo.

A venda é feita via e-commerce da marca e, também, por apps de delivery. Na rede social da Cliché, ao invés de influenciadoras, resolvemos dar voz às consumidoras: aquelas pessoas que têm alto potencial criativo e fazem fotos maravilhosas ostentando a diversão para seus 500 amigos, pessoas de verdade em momentos cliché. Fica verdadeiro e gostoso de ver.

Um brinde à vida.

E que ela seja rosé, ou melhor, Cliché.

BRANDING WORKOUT
ESTRATÉGIA / NAMING / DESENHO DA MARCA / TERRITÓRIO VISUAL

Com um conhecimento profundo sobre o consumidor, o desafio do projeto de branding era construir uma marca que sustentasse a venda não baseada em atributos de produto, mas de marca. Ou seja, encontrar uma mensagem muito forte para um público de nicho, os millennials, e construir um território visual e verbal bem marcantes, para que Cliché fosse facilmente reconhecida e favorecesse a venda e fidelização — e, quem sabe um dia, até um subscription. Depois que definimos o nome, em uma ironia com fundo de verdade, tudo fluiu de forma natural e um pouquinho cliché, é claro.

PAPO COM COMERCIAL
SÓ CHAMAR QUE A GENTE VAI

Qual é o seu desafio? Conta pra gente! Nosso time comercial está esperando seu email, respondemos no mesmo dia (útil).

BRAND NEWS

Uma carta de amor ao branding quinzenalmente na sua caixa de email. Curadoria do melhor conteúdo feito pelo time Brand Gym e por outros produtos de conteúdo incríveis. VEM!

Ok
bgebge

Quer crescer com a gente?

Conte para o nosso time seu desafio e vamos voar juntos. Aqui, trabalhamos com superpoderes de crescimento. Então entre contato que nosso o comercial já está te esperando, respondemos no mesmo dia útil.