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Em quais redes sociais a minha marca precisa estar?

O que não faltam são redes/mídias sociais para posicionarmos nossas marcas: Instagram, Twitter, Tik Tok, You Tube, Linkedin, Pinterest, etc… 

Todas essas ferramentas, quando bem utilizadas, podem gerar ótimos resultados e tornar a sua marca cada vez mais reconhecida e relevante para o público.

Mas nós não precisamos acumular logins em todas as plataformas. Pensando nisso, listamos 4 dicas para te ajudar a posicionar sua marca nas redes sociais que mais fazem sentido para o seu negócio. 

Bora conferir? 🏃

#1 Não vale a pena estar em todas as redes só por estar

Talvez você pense que uma marca consistente é aquela que se posiciona em todos os canais. Mas isso pode ser um grande erro. É fundamental que você conheça a personalidade da sua marca, o tom de voz da comunicação e seus objetivos.

Direcione seus esforços para marcar presença nas redes que façam sentido para a sua estratégia de negócio. 

#2 Conheça sua persona

Esteja onde seu público está. Para fazer isso é muito importante que você conheça quem é o seu público, entenda seus hábitos, interesses, as redes sociais que ele acessa e como utiliza cada uma.

Quando você tiver essas informações, a escolha será muito mais assertiva.

Quer saber mais sobre como desenvolver a sua persona? Então, confere o nosso texto escrito pela nossa Estrategista Senior Inaê Rosas.

#3 Conheça os recursos de cada rede social

Cada canal possui um diferencial e possui formatos diferentes para produção de conteúdo. Invista naquele que é mais vantajoso para sua estratégia, que mostra a sua identidade e autenticidade, além de potencializar a sua conexão com o público.

#4 Priorize seus investimentos

A lei de Pareto diz que 20% dos seus esforços geram 80% dos seus resultados, então, é muito importante que você entenda qual canal deve ser a sua prioridade. Não é interessante estar em todas as redes sociais se você não tem tempo e demanda para alimentar todas elas. Isso pode fazer com que a sua marca fique inconsistente.

A lei de Pareto também pode ser super interessante para refletir sobre as features do seu produto ou no backlog da sua empresa 😉

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Curtiu? Então não perca a oportunidade de dar uma olhadinha na Biblioteca de Branding da Brand Gym. Por lá tem todo o conteúdo mais relevante pra dar uma mãozinha pra você que lida com as mais diferentes questões que envolvem marca.

Ah, A Brand Gym é uma agência de branding para startups, ou como preferimos falar: uma agência agilizada e vida real. Quer conhecer mais? Vem ver nossos cases.

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Qual o papel da estratégia no branding?

A estratégia é o primeiro passo em um projeto de branding. É papel dos/das estrategistas orientar toda a construção da marca. 

Então, se engana quem pensa que branding é feito apenas por designers e redatores. É preciso ter uma estratégia bem estruturada para nortear a construção de uma marca consistente. Afinal, a estratégia é traduzida em toda comunicação e pontos de contato com o cliente. Tudo que é construído numa marca forte é baseado na estratégia.

Pensando em desvendar alguns mistérios que envolvem as funções dos estrategistas de marca, conversamos com a nossa estrategista sênior, Inaê Rosas, e separamos aqui os principais aprendizados dessa conversa.

“O que eu amo da estratégia é conseguir resolver vários desafios dos clientes e olhar as coisas de vários ângulos diferentes. Pensamos em vários cenários e escolhemos aquilo que faz mais sentido pra marca. Não pode ter preconceito, é preciso ter olhar amplo, ouvir o cliente e a marca. É preciso fazer as perguntas certas”.

Inaê Rosas, estrategista

Vamos aos aprendizados:

As principais funções de um/uma estrategista:

O primeiro passo é entender quais são os principais desafios do cliente

Sempre começamos um projeto conversando com o cliente para entender quais são os seus principais desafios. Na Brand Gym, a gente tem um formato para fazer as entrevistas e escolher as metodologias para recolher informações com pessoas chave da empresa e também com os consumidores.

Definição de persona

A criação de personas é um passo fundamental dentro de uma estratégia que dá resultados: criamos personas para enviar a mensagem certa para as pessoas certas e, com isso, termos maiores chances de sucesso.

Fazer uma profunda desk research

Essa é a hora da pesquisa para entender o contexto macro do mercado e analisar a concorrência.

Estruturar o posicionamento de marca

Com todas as informações anteriores consolidadas, pensamos no cérebro e no posicionamento. É aí que começa o pensamento estratégico mesmo. Esse posicionamento vai nortear tudo, às vezes até o modelo de negócios.

Interação constante com as designers e redatoras

Finalmente chegamos ao momento da criação. Aqui, entendemos visão e essência, fazemos todo o território visual, território verbal e aplicações.

A estrategista não precisa estar em todas reuniões, mas é muito importante interagir bastante com as redatoras e designers. Tem muito sobre trabalhar junto para criar uma marca consistente.

As principais habilidades necessárias para ser estrategista de marcas

Assim como é preciso ter uma boa estratégia para criar uma marca consistente, também é preciso ter algumas habilidades específicas para arrasar nas análises e direcionamentos de marca. Vamos conhecê-las.

Forte senso crítico

É importante sempre se questionar para pensar em hipóteses que saem do óbvio e oferecem maior vantagem competitiva para as marcas.

Entender sobre pessoas

Toda marca é construída e consumida por pessoas. Por isso, é importante saber interagir com o público, não é interessante criar desejos que não existem, precisamos entender as dores reais.

Mentalidade de análise

Só é possível montar um bom plano de ação se tiver as informações certas e o melhor entendimento do contexto. Para criar uma estratégia forte e com muita diferenciação é preciso saber analisar a concorrência e o mercado.

Muita criatividade

Estrategistas sempre trabalham em conjunto com o time criativo. Todos os caminhos da criação seguem a estratégia, por isso, é importante que estrategistas também sejam criativos para propor conceitos diferenciados para as marcas.

Visão estratégica de negócios

Quando a estrategista entende de modelos de negócio, torna-se mais fácil entender os desafios do mercado em que o cliente está inserido, trazer novas perspectivas e desenvolver uma estratégia que destaque a marca em relação às outras.

Como você pôde perceber, um estrategista de marca é muito importante para negócios que desejam ser percebidos com muitas qualidades e diferenciais pelos clientes. O trabalho do estrategista de marcas é contínuo, afinal, é preciso ser revisitado várias vezes porque o mundo e as pessoas mudam. Por isso, é preciso sempre se atualizar para marca seguir forte.

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A Brand Gym é uma agência agilizada e vida real. Bateu a curiosidade e quer conhecer mais sobre a gente? Vem dar uma olhadinha nos nossos cases.

Ah, a gente criou a primeira e única comunidade de branding para startups do Brasil. Temos mini-eventos quinzenais e MUITA troca de conteúdo. Quer fazer parte? Peça o seu convite 😊.

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5 empresas com posicionamentos de marca inesperados

Posicionamento de marca é, sem dúvida, uma decisão estratégica que influencia bastante as chances de sucesso e o ritmo de crescimento de uma startup.

Quando você posiciona ativamente sua marca, deixa claro pros consumidores com quem eles podem te comparar, o que podem esperar do seu produto e quais são os seus diferenciais.

Uma coisa que percebemos no dia a dia da Brand Gym é que nossos clientes muitas vezes chegam indignados porque o produto deles é melhor que o da concorrência, mas os potenciais consumidores não têm essa percepção. 

Por isso, nossa CEO, Guta Tolmasquim diz que “ ter o melhor produto não é suficiente para ser líder de mercado. Já vi excelentes produtos não serem líderes por serem confusos ou não darem ênfase nos diferenciais mais importantes. E já vi produtos ruins crescerem, mas, por pouco tempo, porque apenas um posicionamento bom não sustenta um produto ruim. As pessoas compram e se decepcionam”.

Então, todo esse esforço de posicionamento é feito para colocar a sua marca no imaginário do consumidor. Até porque, não estamos apenas numa corrida para colocar nossos produtos e serviços no mercado, também estamos numa competição para nos conectar com nossos consumidores da melhor maneira. 

E em geral, quem ganha a batalha do mercado são aquelas marcas que têm o melhor coeficiente entre um bom produto e um bom posicionamento.

Quer aprender como fazer um posicionamento estratégico? Clica aqui e confere o nosso texto. 

Um detalhe muito interessante é que o posicionamento não precisa ser feito da maneira mais óbvia, é possível ter bastante criatividade nesse momento e aproveitar as oportunidades e brechas do mercado.

Por isso, separamos uma lista de 5 empresas que investiram em posicionamentos de marca criativos. Bora conhecer?

1- Uber 

Apesar de sempre ter sido concorrente do táxi, no início, a empresa se posicionou como uma marca de transporte executivo. Trazendo sempre o argumento de “serem motoristas particulares”. 

Foi nessa arena competitiva que a Uber conseguiu deixar evidente os seus diferenciais de ser prático, rápido e barato. E mesmo tendo um produto idêntico ao táxi, a Uber se apresentou  como uma opção muito mais prática e elegante.

2- Fazenda do futuro

Essa foodtech brasileira promete fazer carnes vegetais que têm sabor idêntico à carne animal. O plot-twist aqui é que apesar de ser um produto vegano/vegetariano, a empresa não se posiciona como uma opção para esse público.

Na verdade, a Fazenda do Futuro, ocupa um espaço no mercado das carnes, como mais uma opção de carne, mas com o diferencial de ser vegetal. 

3- Spotify

Hoje, todos sabemos que o Spotify é uma empresa de streaming de áudio, seja música ou podcasts, mas lá em em 2008, quando o aplicativo foi lançado, esse tipo de serviço não era algo claro para os consumidores, por isso o Spotify precisou repensar seu posicionamento.

Qual foi a solução? A marca foi lançada como uma rádio online. O Spotify nunca foi uma rádio, mas a ocasião de consumo era a mesma. 

Ao ter a percepção que o Spotify é uma rádio online, o consumidor entendeu que deveria usar o aplicativo no mesmo momento em que desejava usar o rádio, mas ao invés de pegar um radinho, ele iria acessar no computador ou smartphone.

4- Segunda Casa

Essa é uma marca cliente da Brand Gym que vende imóveis fracionados em resorts. O comprador tem a escritura, é dono de 1/26 da uma casa e pode usá-la durante duas semanas do ano.

O detalhe é que ao invés de concorrer com pacotes de férias e perder no ticket médio elevado, posicionamos a marca como uma segunda moradia inteligente, em que o cliente só paga pelo que realmente vai usar e não tem nenhuma dor de cabeça.

5- Tesla

A famosa empresa do Elon Musk é uma marca de carros elétricos, com esse mesmo tipo de produto, a maioria das empresas optava por valorizar a economia de combustível e funcionalidade sustentável, deixando o design de lado.

Foi nessa brecha que a Tesla enxergou a possibilidade de tomar um grande espaço do mercado, ao invés de se posicionar como uma marca de carros elétricos, a empresa se posicionou como uma marca de carros de luxo, com o diferencial de ser elétrico.

Um bom posicionamento ajuda a moldar as percepções do consumidor em relação a sua marca e produto, além de colaborar muito pro processo de decisão de compra. Um posicionamento forte é verdadeiro com a sua marca, relevante pro seu consumidor e diferenciado dos concorrentes. Hoje, como tá o posicionamento da sua empresa?

Se precisar de ajuda, entre em contato com o nosso time, nós temos o framework de posicionamento mais completo do mercado. E podemos te ajudar a colocar sua marca no lugar certo e na hora certa pro consumidor.

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Não sei se você já sabe, mas nós criamos uma Biblioteca de conteúdo de Branding e todos os conteúdos mais relevantes desenvolvidos pela Brand Gym estão por lá.

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Qual o papel da palavra no branding?

Se engana quem pensa que branding é feito apenas por designers. Além do território visual, a marca precisa de um território verbal igualmente incrível. 

O território verbal é argumentação pura. Imagine que a marca é como uma tese a ser defendida. Com cada palavra que escolhemos, podemos construir a argumentação mais assertiva para virar a chavinha e convencer o público. 

“A palavra tem o poder de defender, traduzir, encantar e envolver”.

Maria Paula Abreu

Para entender mais o impacto das palavras no branding de uma empresa, conversamos com Maria Paula Abreu, nossa redatora (e podcaster nas horas vagas, rs). Nesse papo, separamos várias dicas pra que você possa construir o território verbal perfeito pra sua marca ✨

Ah, esse  é o nosso segundo texto da série BG Responde, o primeiro foi com o nosso designer, Robson Fernandez, onde conversamos sobre como dar um feedback assertivo para designers. Vale conferir!

Vamos às dicas:

Saiba com quem você está falando

Você pode até defender a marca pra vários públicos, caso seu negócio tenha mais de uma persona, mas os argumentos precisam variar. 
Não se usa o mesmo argumento pensando em uma pessoa jovem ou idosa, por exemplo. É preciso conhecer a sua persona pra saber que argumentos vão convencê-la.

Ainda não criou sua persona? Então, dá uma olhadinha no nosso texto sobre construção de personas.

Conversar com o público é um exercício de empatia

Nem sempre ser “humano” é ser brincalhão, divertido e despojado, às vezes, as pessoas confundem. Humanizar é falar palavras do universo da sua persona. 

Por exemplo, uma corretora de investimento provavelmente quer falar como as pessoas do seu ramo falam – de forma sóbria e técnica, transmitindo seriedade. Então, escolhemos palavras que façam parte desse universo.

Semântica é definir o significado de uma palavra através da lente da marca.

Uma marca deve olhar pra todas as palavras do universo em que está inserida e entender como as interpretações funcionam pro seu público.

Por exemplo, a Ânimo ressignifica a questão do exercício físico, pegando expressões conhecidas desse universo e mudando o tom. Então, pra Ânimo “se exercitar” não tem uma relação imediata com “alcançar o abdômen trincadão”, e sim com cuidar da saúde e do bem estar.

A palavra não é só lida, é escutada.

O idioma é todo musicado e a marca pode usar isso a seu favor. No slogan “Vem pra caixa você também, vem”, a palavra que gramaticalmente deveria ser “venha” foi transformada para ficar mais sonora. Afinal, marcas têm licença poética!

A palavra tem o poder de ser passada para frente. Você repete e coloca a marca na boca das pessoas. 

Exemplos que ficam na memória: “Shoppe” e “Relaxa, na Americanas você acha”. Aposto que você consegue lembrar mais alguns exemplos que grudam na mente, né?

O território verbal reflete a estratégia.

É da estratégia que vêm as escolhas do território verbal. Para escolher as palavras, é essencial saber quem são os concorrentes e em quem a comunicação quer chegar.

Os textos são escritos para as personas definidas na estratégia. Leva-se em conta seu comportamento, o que ela lê, como ela fala. É assim que a estratégia vira palavra.

O território verbal materializa e enfatiza os argumentos de diferenciação da arena competitiva. 

Defina o que falar, como falar e por que falar.

Saber o que falar é um passo muito importante: é o conteúdo. Mas apenas isso não basta.

Falta a camada do como: utilizar as palavras mais estratégicas e apropriadas para cada público.

O porquê é a razão de existir, é o problema que a marca visa solucionar, é a justificativa da palavra escolhida.

Todos os três devem estar alinhados.

Não se martela um prego de uma só vez.

Escrever requer trabalho e pensamento crítico. Não se escreve a frase pronta de primeira, é preciso um processo de lapidação: martelar o prego até entrar. 

Se a redatora dispõe de quatro horas para escrever o manifesto, é neste tempo que ela vai colocar as ideias para fora e olhar de novo. Se ela pode trabalhar por oito horas, o texto tem uma melhora notável. 

O que compõe o território verbal?

Na Brand Gym, a entrega de território verbal inclui cérebro, manifesto, tagline, posicionamento, explicar o que é produto, explicar quem somos, gramática, faça ou não faça, dicionário, títulos e semântica.

É completão 🤓

Como a Maria Paula disse: a palavra tem o poder de defender, traduzir, encantar  e envolver. Então, nunca deixe o território verbal de fora do seu planejamento de branding, hein 🚀

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Como dar feedback para designers?

Criar a marca perfeita não é uma tarefa fácil. Tanto para quem está criando como para quem vai aprová-la. Pensando em auxiliar essa troca entre designers e aprovadores de marcas/produtos, nós resolvemos conversar com nosso designer Robson Fernandez (@robsonfernandezart) pra desvendar o maior ruído em projetos: O FEEDBACK ASSERTIVO.

É importante dizer que esse não é apenas um problema que acontece com designers, a falta de um feedback assertivo prejudica o tempo de duração do projeto de vários tipos de profissionais da indústria criativa, então, mesmo que você não trabalhe com designers, essas dicas vão te ajudar a dar feedback pra todo seu time criativo.

“Dar um feedback não é tão simples quanto parece. Principalmente, se você não tem muito contato com a parte criativa do projeto. A falta de comunicação direta pode impactar no processo de design, deixando mais longo e menos assertivo”.

Robson Fernadez

Agora, vamos às dicas:

Cuidado com a opinião pessoal, ela pode atrapalhar.

A cor ou qualquer outro elemento que o designer escolhe reflete aquilo que foi definido na estratégia. Se você falar apenas que não gostou é superficial e pode atrasar e atrapalhar o processo, ao invés de ajudar.

Explique o motivo por trás da sua opinião pra não parecer apenas um gosto pessoal com pouco fundamento lógico, visto que no design toda escolha possui um porquê. 

O design é fruto de uma boa estratégia, por isso, avalie tudo antes de aprová-la. 

Quando você explica o porquê gosta e não gosta de algo, tudo torna-se mais compreensível e o designer consegue compreender aquilo que você deseja.

Não fique calado, dê a sua opinião.

 “Não sei dar feedback, então vou ficar quieto”, isso é o que pensa muitas pessoas quando veem algo que as desagrada no projeto. Mas você não pode ficar travado, quando o assunto é a construção da sua marca, é fundamental que você participe ativamente. Você precisa finalizar o projeto amando o que foi criado.

Sempre comente, traga referências de marcas que gosta, diga o que não gosta e o porquê.

Descreva aquilo que você sente e o que deseja.

“Quero que seja forte, chique, popular, feminino. Achei a cor muito fofa e sofisticada”. Dessa forma, o designer vai conseguir entender o que você deseja e como se sente em relação aos elementos. Isso o ajudará a tomar decisões mais assertivas. 

Quanto mais informações você fornecer ao designer, maiores serão as chances de acerto.

Por exemplo, se você deseja uma marca forte, use essa palavra e mostre referências, assim o designer vai ter clareza do que você deseja e do que é “forte” pra você.

Apresente referências e abuse dos adjetivos.  

Identifique problemas.

“Acho que está faltando algo que nos dê mais sofisticação, trouxe algumas referências de como imaginei o projeto”. Esse é o sonho, porque dessa forma o designer saberá o que está faltando no projeto e conseguirá imaginar onde e o que procurar como potenciais soluções para o problema.

A identidade visual é da marca, não do indivíduo.

Essa parte é um pouquinho complicada, mas é preciso saber diferenciar aquilo que é bom para a marca e o que são seus gostos pessoais. É preciso sempre ter o olhar da estratégia, muitas vezes os clientes olham apenas para os seus gostos pessoais e esquecem totalmente a estratégia da marca.

Por isso, é tão importante que você esteja atento durante a fase de estratégia e aprove os conceitos apenas se fizerem sentido. A estratégia é o ponto de onde tudo parte e o design é uma resposta a essa estratégia.

Um feedback assertivo faz toda a diferença na construção de um projeto incrível no tempo certo. Inclusive, esse é um dos fatores que justificam a nossa criação de marca em tempo recorde. Desenvolvemos nossa Metodologia de Direcionamento Criativo para não ter bate e volta, o que acelera todo o processo de criação.

Aproveite essas dicas e faça com que os seus projetos sejam muito mais ágeis e assertivos.

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8 ferramentas para deixar seu dia a dia de branding e marketing mais fácil

Aqui na Brand Gym, nós produzimos branding para vida real e de forma agilizada, para fazer isso é preciso ter muito contato com os empreendedores, utilizar processos ágeis e principalmente, uma estratégia muito bem trabalhada.

E, como temos o propósito de sempre facilitar a sua vida, conversamos com nosso time de estratégia e selecionamos ferramentas e sites que ajudam na construção de apresentações, relatórios e workshops de estratégia incríveis.

Vamos às dicas (ah, no final do texto ainda te daremos um presentinho):

Flat Icon

Um banco gigante de ícones gratuitos disponíveis em vários formatos para você arrasar nos seus posts e apresentações.

Mentimeter

Essa ferramenta é perfeita para criar apresentações interativas. Você consegue trocar com seu público por meio de enquetes ao vivo, questionários, nuvens de palavras, perguntas e respostas e muito mais para obter informações em tempo real.

Nappy

Um banco de imagens com fotos de alta resolução de pessoas pretas em diversas situações do cotidiano, contém imagens para usar nas suas campanhas e gerar muita representatividade.

Planning Dirty

Site referência em estratégia de marcas, com endosso de Julian Cole, o site traz frameworks, case e referências para ajudar estrategistas na prática.

Outline

Sabe quando você quer ver um parágrafo de uma notícia mas ela exige assinatura? Ao utilizar a plataforma você conseguirá acessar vários artigos e reportagens de sites que solicitam assinatura. Mas claro, se existe algum que você olha com frequência, assine 🙂

Infogram

Com essa ferramenta você vai conseguir criar relatórios incríveis e infográficos que engajam.

Pexels

O site disponibiliza imagens e vídeos com bastante diversidade de temas, de alta qualidade e livre de direitos autorais.

Word it Out

Sabe aquela informação que repetiu em vários momentos e você gostaria de apresentar de um jeito massa? Então, com esse gerador de nuvem de palavras você consegue filtrar as palavras que mais se repetiram num texto/site e organizá-las da melhor maneira. Te garanto que assim seus insights ficarão ainda mais interessantes.

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Curtiu o conteúdo? Não sei se você já sabe, mas nós criamos uma Biblioteca de conteúdo de Branding e todos os conteúdos desenvolvidos pela Brand Gym estão por lá. 

E claro, nós não poderíamos deixar de dividir e organizar todas as indicações de ferramentas numa página, tenho certeza que você vai adorar explorar todas essas ferramentas. Ah, e como somos super legais rs, colocamos ainda mais ferramentas na página da biblioteca. 

Vamos espalhar a palavra do branding por aí? Então não deixe de compartilhar esse artigo e nossa biblioteca com o pessoal da firma.

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Naming: Como encontrar o nome ideal para sua marca?

Naming significa nomear. No branding o naming se trata do conjunto de técnicas criativas e estratégicas para criar nomes de empresas, produtos, serviços, etc. Toda essa prática tem o foco de diferenciar um negócio, afinal um nome bem escolhido tem o poder de impactar os resultados de uma empresa.

Há quem pense que escolher um nome seja a parte mais fácil ao iniciar um negócio, afinal, há tantas outras tarefas para resolver, né? Mas pode ser bem complicado encontrar um bom nome quando buscamos qualidade e queremos promover a conexão real da marca com as pessoas.

Antigamente, a necessidade de criar marcas era apenas para comunicar a existência de um produto ou serviço. Por isso, as marcas tendiam a ter nomes descritivos, apenas com uma função informativa.

Todos os mercados cresceram e ganharam mais complexidade, por isso, o nome das marcas adquiriram uma nova responsabilidade: diferenciar os produtos ou serviços de uma empresa em relação à extensa concorrência. As marcas deixaram de ter apenas uma função informativa, passaram também a trazer em seus nomes atributos intangíveis relevantes que pudessem ajudar a direcionar a decisão de compra do cliente.

Atualmente, as marcas precisam comunicar seus diferenciais, assim como apresentar atributos que permitam conexão emocional da marca com o público. O nome constrói a personalidade da marca, em conjunto com outros aspectos, claro, como identidade visual, tom de voz, fotografia etc.

Dar nome a uma marca não é nada fácil, né? Não basta ser um nome legal, é preciso transmitir sua personalidade, seus diferenciais, ser memorável, promover conexão com as pessoas, ser simples e conciso, fácil de falar e de entender e, principalmente, ser único.

Como tudo no branding, o naming não é apenas uma questão de criatividade, é uma questão de estratégia para construção da marca da sua startup.

Caso precise de ajuda, a Brand Gym pode te ajudar nesse processo estratégico. E para facilitar seu caminho na construção do nome da sua marca, separamos algumas dicas:

#1: Entenda a essência do seu negócio e produto

Quais associações você quer que as pessoas façam com a sua marca? Muitas pessoas pensam que para escolher um nome de forma estratégica basta listar uma série de possibilidades e selecionar a mais legal. Mas o cenário ideal é bem diferente disso.

Para construir um nome para sua startup de forma estratégica é preciso antes realizar um desafio de autoconhecimento, é preciso ter desenhada a personalidade da marca. O nome terá a função de refletir essa personalidade, além da estratégia de negócio.

Outro ponto fundamental também ligado a essa questão de autoconhecimento está na definição das características e diferenciais do seu produto ou serviço. 

A construção da sua marca deve ter coerência, por isso é fundamental ter clareza dos objetivos, todos os aspectos da sua startup devem conversar entre si. Esse é o poder do branding.

Responda o seguinte: Qual é a principal ideia que precisa ser transmitida quando você comunicar o seu nome?

#2: Conheça seu mercado

Tão importante quanto conhecer a si mesmo, é conhecer o espaço onde você pretende atuar. O conhecimento de quem é sua persona te ajudará a construir um nome que consiga alcançar uma conexão verdadeira com seus clientes.

A comunicação não acontece quando nós falamos algo, acontece quando a outra pessoa assimila a informação. Quando uma marca tem clareza para quem ela está falando, torna-se muito mais fácil alcançar uma comunicação eficiente.

Você sabe quem é sua persona? O nome que você tá pensando para sua startup comunica com essa pessoa?

Se quiser aprender mais sobre persona, você pode acessar o nosso texto O que é persona e como criar a sua: um passo importante na sua estratégia de marca.

#3: Registre sua marca para se proteger

Para que você possa construir sua marca não basta cadastrar um perfil no Instagram, comprar um domínio de site e afins. É preciso também registrar sua marca no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). 

É o registro de marca que formaliza a proteção do negócio e propriedade sobre uma determinada marca (nome e símbolo). Esse registro vai permitir exclusividade à sua marca em todo território brasileiro. Além de proteger legalmente o dono da marca quanto a cópias ou utilização indevida da sua marca por parte de terceiros.

Não deixe de registrar sua marca no INPI, isso pode te poupar de possíveis problemas futuros.

Quer conhecer mais sobre esse processo? Acesse nosso texto O que é marca e como registrar no INPI?

#4: Conheça as diferentes estratégias de naming

É muito importante que você entenda que tipo de nome você já possui ou planeja ter, por isso, vou mostrar algumas possibilidades de estratégia para te inspirar a refletir as possibilidades de naming para sua startup.

Naming descritivo 

Um nome descritivo pode ser uma ótima estratégia de curto prazo, isso acontece porque todos entendem o conceito rapidamente por ser um nome autoexplicativo.

Entretanto, ao optar por essa estratégia, há possibilidade de que apareçam algumas dificuldades no caminho. Por exemplo: menor capacidade de diferenciação do seu produto, dificuldades ou problemas para registro de marca ou mesmo dificuldade para sua empresa pivotar o modelo de negócios e ofertar produtos ou serviços diferentes do que foi pensado inicialmente.

A marca Ifood é um ótimo exemplo de naming descritivo, deixando bem claro qual o seu produto, por ser um nome autoexplicativo. Mas, se a empresa desejasse mudar o foco do negócio para um ramo que não fosse de alimentação, ficaria estranho, né?

Naming sugestivo 

Esse espaço intermediário costuma ser o mais interessante de estar presente, oferecendo um ótimo custo benefício, entretanto é também o espaço mais difícil de ocupar. Um nome sugestivo entrega a essência da marca sem ser literal quanto a atuação do produto. 

Um exemplo interessante que utiliza essa estratégia é da marca Rappi, o nome indica velocidade e rapidez, tendo conexão com a proposta de valor que eles oferecem sem ser descritivo.

Quando optamos por um  nome sugestivo estamos priorizando a marca e não apenas o produto, abrindo espaços para contar histórias, valorizar experiências, desenvolver a personalidade e gerar conexões. Com isso a marca permite-se navegar num território de comunicação proprietário, deixando claro a sua essência.

Naming conceitual

Neste caso estão presentes os nomes com palavras inventadas ou palavras reais que não possuem nenhum vínculo óbvio com a marca, por exemplo, Apple, Tigre e Trello. Inicialmente pode haver algumas dificuldades devido a necessidade de construir o significado e explicar aos clientes. Algo que pode custar caro e levar bastante tempo. 

Esses nomes têm um potencial enorme, pois são únicos, e caso seja feito um ótimo trabalho de branding pode ganhar força na mente dos consumidores por navegar em um espaço totalmente proprietário. Facilitando o registro de marca e também pesquisas no Google e afins.

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Brandbook: O que é e 5 exemplos escolhidos a dedo pra te inspirar

O brandbook, também conhecido como manual de marca, é uma importante ferramenta do processo de branding, pois funciona como um guia que possui todas as orientações da estratégia da marca. Ter um brandbook é fundamental, nele está a descrição das diretrizes da empresa para que todas as áreas e pontos de contato possam manter a identidade da marca, tanto verbal quanto visual.

Por isso, é tão importante que todas as pessoas do seu time tenham acesso a esse material. Branding não pode ficar na mão só do time de marketing, é preciso estar presente em toda a empresa.

O que é necessário para ter um bom brandbook?

Quando se fala de brandbook, o pensamento automático das pessoas é que no brandbook estão apenas incluídos os elementos de design. Mas um bom guia da marca não é só sobre especificações técnicas de como aplicar sua logo, é sobre sua estratégia de marca.

Considere que o brandbook é a bíblia da empresa. É o material principal para ser consultado e garantir uma identidade padronizada e alinhada de acordo com as expectativas. Exatamente por isso que ele deve ser acessível, todos devem ter conhecimento sobre o manual de marca, essa é a melhor forma de construir uma identidade consistente para sua startup.

Outro detalhe importante é que o brandbook é um guia de boas práticas, não um livro de regras rígidas. Até porque marcas são sistemas vivos que estão em constante evolução.

O brandbook não pode prender, ele deve ser um guia do espírito da marca, com sua proposta, valores e características principais. Tem que ser um guia que fala do porquê de cada elemento que a gente construiu e mostrar várias aplicações para a vida real, sem a necessidade de regrar tudo.

Robson Fernandez, designer e ilustrador da Brand Gym

Para ter um brandbook de grande qualidade é preciso que ele inclua: narrativa, conceito, estratégia, posicionamento, território verbal, território visual e muitos exemplos de aplicação. Caso você queira se aprofundar nesses aspectos para criar o seu guia de marca, pode ler o nosso texto O que é branding.

5 exemplos de brandbooks incríveis para você se inspirar

Quando a gente começou a escrever esse post sobre brandbooks, fiz um exercício aqui com o time da Brand Gym. Perguntei para o pessoal quais eram os brandbooks mais bacanas e inspiradores que eles conheciam. 

Chegou uma lista muito legal de brandbooks, que também ficou registrada na nossa Comunidade de Branding para Startups (ainda não faz parte? Se inscreva aqui). 

Selecionamos 5 deles (+1 extra) aqui:

Starbucks

A Starbucks é uma empresa que se destaca muito devido ao seu brand equity, conseguindo aumentar a percepção de valor do cliente sob um produto somente por ter sua marca explicitada.

Isso é resultado de um branding muito bem construído, pautado num brandbook acessível, claro, visual e com várias especificidades da marca. Passando por: logo, cor, voz, tipografia, ilustração e fotografia

Ele começa falando sobre a teoria da marca.  Mas um super diferencial desse brandbook está na descrição de como a marca se expressa em diferentes canais e diferentes momentos:

  • expressão geral
  • mobile
  • na loja
  • e-mail
  • redes sociais 
Brandbook digital da marca Starbucks.

Uber 

A Uber é uma empresa de transporte que possui um guia de marca ótimo para gerar inspiração e insights. Hoje a Uber tornou-se líder do mercado e pode-se dizer que isso tem muito a ver com a sua comunicação assertiva e do seu padrão de qualidade nos pontos de contato.

Como nada acontece por acaso, o guia de marca da empresa tem uma ótima qualidade, sendo muito completo, envolvendo aspectos como: logo, tom de voz, iconografia, ilustrações, fotografias, tipografia, cores e etc.

O destaque nesse brandbook está no tom de voz da marca, tendo informações completas, claras e com muitos exemplos de aplicação. Muito bem feito!

Brandbook digital da marca Uber.

Twitch

Um brandbook muito divertido é o da Twitch, empresa de streaming que tem foco em videogames. O mais interessante e diferencial no brandbook da Twitch está no storytelling que foi construído para navegação do leitor. Esse brandbook preza muito pela interação, tendo até minigames em sua composição. Vale a pena conferir para se inspirar ou admirar.

Brandbook digital da marca Twitch.

Cisco

Cisco é a líder mundial em TI e redes, a empresa investiu em um brandbook mais curto e objetivo, mas tão inspiracional e claro quanto os outros citados. O interessante é que o manual de marca da Cisco passa por tópicos diferentes, como: promessa, visão, estratégia, logotipo, tipografia, cores e áudio.

O diferencial desse brandbook está em sua forma de navegação e objetividade. Tudo muito claro e acessível.

Seu brandbook tem um “Brand Checklist” muito completo que pode ser usado pelos times na hora de colocar a mão na massa.

Brandbook digital da marca Cisco.

IBM

Esse é um brandbook super completo e bem detalhado, tem uma navegação intuitiva e interativa. Tudo com bastantes dicas de aplicação e uma organização que transparece a filosofia da empresa.

Brandbook digital da marca IBM

Miro (extra)

Esse aqui pode até não ser um brandbook mas é ótimo porque conta toda a história do rebranding com uma narrativa leve, divertida e inspiradora, além de ter uma navegação super intuitiva.

O brandbook é uma ferramenta fundamental para construção de uma marca de sucesso, imagine a satisfação do seu cliente ao perceber que a sua startup tem uma identidade forte com um padrão de qualidade alto em todos os pontos de contato. 

O manual de marca, assim como o branding, é muito mais que a especificação de uma identidade visual, trata-se da construção de toda a estratégia do seu negócio. Essa estratégia pode ser o diferencial para transformar sua startup em uma love brand.

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Curtiu o texto? Aproveite essa indicação pra ficar super inspirado e criar o seu brandbook, caso precise de ajuda, pode contar com a gente 🙂


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